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©2026 - Por Priscila Diamantino

Sou psicóloga formada pela Universidade Católica de Santos (Unisantos) desde 2011, com pós-graduação em Psicooncologia e Psicopatologia. Ao longo da minha trajetória, atuei em diferentes áreas da psicologia, incluindo a hospitalar, o que ampliou meu olhar para o sofrimento humano em suas múltiplas formas. Atualmente, dedico-me exclusivamente à clínica, com atendimento a adultos a partir dos 18 anos, nas modalidades presencial e online.

Meu trabalho é pautado em uma abordagem humanista, fundamentada nos princípios de Carl Rogers, que valoriza a escuta acolhedora, ética e respeitosa. O processo terapêutico acontece em um espaço seguro, onde as questões trazidas pela pessoa são o centro do cuidado. Atuando como facilitadora, acompanho o paciente no contato consigo mesmo, favorecendo o autoconhecimento, o fortalecimento da autoestima, a regulação emocional e a construção de novas formas de se relacionar consigo e com o mundo.

 Atendo demandas como ansiedade, traumas emocionais, relações abusivas, dificuldades nos relacionamentos, sofrimento psíquico e processos de reconstrução após vivências dolorosas. Respeito o tempo, a singularidade e a história de cada pessoa, compreendendo a psicoterapia como um caminho de amadurecimento, ressignificação e cuidado com a saúde emocional.

A terapia começa quando a pessoa se sente segura o suficiente para ser quem é.
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Psicoterapia para adultos

   Meu trabalho clínico é voltado para adultos que convivem com sofrimento emocional persistente, dificuldades nos vínculos e desafios relacionados ao próprio funcionamento psicológico. Muitas dessas pessoas passaram anos tentando se adaptar, sustentar expectativas externas ou silenciar partes importantes de si para conseguir seguir funcionando.

   A psicoterapia que ofereço não parte de modelos genéricos nem de soluções rápidas. O processo é construído a partir da singularidade de cada pessoa, considerando sua história, seus sintomas e a forma como eles se manifestam no cotidiano. O foco não é corrigir quem você é, mas compreender o que gera sofrimento e construir caminhos mais possíveis de existir.

Neurodivergência na vida adulta

   A neurodivergência é um conceito que descreve diferentes formas de funcionamento neurológico e não constitui, por si só, um diagnóstico clínico. Muitas pessoas chegam à terapia na vida adulta sem diagnóstico formal, com diagnósticos tardios ou apenas com a sensação recorrente de inadequação, dificuldade de pertencimento e exaustão emocional.

   Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade e Transtorno do Espectro Autista são condições clínicas descritas nos manuais diagnósticos quando há prejuízo funcional e sofrimento associado.
   Altas Habilidades ou Superdotação, por sua vez, não constituem transtorno nem diagnóstico psiquiátrico, sendo compreendidas como variações do funcionamento cognitivo.
Nenhuma dessas condições se manifesta de forma única ou padronizada, e o sofrimento emocional não decorre da diferença em si, mas da relação entre o funcionamento individual, o contexto e as exigências do ambiente. 

   O sofrimento emocional pode surgir quando há prejuízo funcional, descompasso entre a pessoa e as exigências do ambiente, estratégias adaptativas exaustivas ou dificuldades nos vínculos e no trabalho. O diagnóstico é um recurso importante para nomear e organizar, mas não define a totalidade do sujeito nem explica sozinho como esse funcionamento aparece na vida cotidiana.

   Na psicoterapia, o foco é compreender como esse funcionamento se expressa na experiência individual e construir estratégias personalizadas para lidar com seus impactos de maneira mais consciente e sustentável.

Trauma psicológico e relações abusivas

   O trauma psicológico não está restrito a eventos extremos ou a formas explícitas de violência. Ele pode se desenvolver em relações marcadas por invalidação emocional constante, controle, silenciamento, desqualificação ou desequilíbrio de poder ao longo do tempo.

   Relações abusivas frequentemente geram confusão emocional, culpa, vergonha e enfraquecimento da confiança em si. Em alguns casos, a pessoa passa a duvidar das próprias percepções, sentimentos e escolhas, mantendo-se em vínculos que produzem sofrimento.

   A psicoterapia oferece um espaço seguro para reconhecer essas dinâmicas, compreender seus efeitos emocionais e elaborar o sofrimento de forma ética, sem minimizações ou julgamentos.

Reconstrução emocional após relações abusivas

   O afastamento ou término de uma relação abusiva não encerra automaticamente seus efeitos psicológicos. O período posterior pode envolver luto, reorganização da identidade, medo de novos vínculos e intenso autoquestionamento.

   É comum que a pessoa se sinta emocionalmente presa à experiência vivida, mesmo após o fim da relação. Culpa, vergonha e dificuldade em confiar podem reaparecer, agora direcionadas a si mesma.

    Na psicoterapia, a reconstrução emocional envolve fortalecer a autoestima, reorganizar a identidade e reaprender limites, escolhas e formas mais seguras de se relacionar.

Regulação emocional e autoconhecimento

  Regulação emocional não é um diagnóstico, mas um conjunto de habilidades relacionadas à capacidade de reconhecer, compreender e lidar com os próprios estados emocionais. Dificuldades de regulação emocional podem estar presentes em diferentes quadros clínicos ou contextos de vida.

  Estados emocionais intensos, oscilação de humor, exaustão mental e dificuldade em identificar o que se sente são queixas frequentes, especialmente em pessoas neurodivergentes ou com histórico de experiências traumáticas.

   O processo terapêutico favorece o autoconhecimento sem autoacusação, ampliando a segurança emocional e a capacidade de responder às próprias experiências internas de forma menos desgastante.

Autoestima, identidade e vínculos

   A autoestima está relacionada à forma como a pessoa se percebe, se valoriza e se autoriza a existir. Após anos de adaptação excessiva, invalidação emocional ou experiências traumáticas, é comum que a identidade fique fragilizada.

   Padrões de vínculo podem se repetir de maneira automática quando não são compreendidos, influenciando escolhas afetivas e a forma de se relacionar consigo e com o outro.

  Na psicoterapia, trabalhamos a construção de uma identidade mais integrada, o reconhecimento das próprias necessidades emocionais e o desenvolvimento de vínculos mais conscientes e seguros.

Sofrimento psíquico, ansiedade e impactos no trabalho e nas relações

   O sofrimento psíquico nem sempre impede o funcionamento cotidiano. Muitas pessoas mantêm desempenho profissional e responsabilidades enquanto convivem com sintomas ansiosos, sobrecarga emocional, irritabilidade e esgotamento.

   O trabalho e os vínculos afetivos podem atuar como gatilhos emocionais, intensificando o sofrimento e dificultando o descanso psíquico. Essas experiências não configuram necessariamente um transtorno específico, mas indicam a necessidade de cuidado.

    A psicoterapia possibilita compreender esses impactos, construir limites mais saudáveis e desenvolver formas mais sustentáveis de estar no trabalho e nas relações.

O processo terapêutico

   O processo terapêutico é conduzido de forma ética, gradual e respeitosa ao ritmo de cada pessoa. Não se trata de enquadrar, corrigir ou padronizar comportamentos, mas de ampliar compreensão, possibilidades e recursos internos.

   A terapia é um espaço de escuta qualificada, elaboração emocional e reconstrução. O objetivo é reduzir o sofrimento psíquico, fortalecer a autonomia emocional e favorecer escolhas mais conscientes ao longo da vida.

   Atendimento presencial e online para adultos.

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